Estruturação do diagnóstico de perdas
Dados básicos, balanço hídrico, diagnóstico específico e ensaios complementares em campo.
Diagnóstico, metas, ações, recursos e viabilidade para transformar a gestão de perdas em instrumento técnico, regulatório e econômico.
A Resolução ANA nº 275, de 18 de dezembro de 2025, aprovou a Norma de Referência nº 15/2025.
A norma organiza diagnóstico, elaboração, implementação, monitoramento e revisão dos Planos de Gestão de Redução e Controle de Perdas.
Texto oficial ANA ↗O valor está no encadeamento: cada etapa prepara técnica e economicamente a seguinte.
Dados básicos, balanço hídrico, diagnóstico específico e ensaios complementares em campo.
Objetivos, metas, indicadores, cenários e projeções técnicas e operacionais.
14 módulos de ações estruturantes, perdas aparentes e perdas reais.
Orçamento básico por módulo, ação, prioridade e horizonte.
Cenários de ganhos, Opex, Capex, TIR, VPL e payback.
Estruturas com o setor privado, mecanismos e regras de funcionamento.
Procedimentos, critérios e acompanhamento.
Planejamento, governança e pactuação de metas.
Diagnóstico, plano e implementação monitorada.
Contratos, eficiência e sustentabilidade econômico-financeira.
Não. A estrutura regulatória é comum, mas diagnóstico, prioridades, metas, ações e recursos precisam refletir a realidade de cada município e sistema.
Sim. Os 14 módulos ajudam a dimensionar e organizar ações estruturantes, perdas aparentes e perdas reais.
Sim. O escopo integra orçamento básico, cenários de ganhos, Capex, Opex e indicadores de viabilidade.
A Outils organiza dados, campo, cenários e viabilidade em uma rota defensável.
Estruturar o plano ↗